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Fugindo das dívidas no Dia das Crianças

Datas comemorativas, geralmente, trazem gastos que acabam ultrapassando o limite do orçamento financeiro. E o Dia das Crianças é uma delas, até porque, tem um apelo um pouco maior: ver o sorriso de satisfação e alegria dos pequenos por terem ganhado o que tanto queriam. No entanto, a data não precisa – e não deve – ser sinônimo de endividamento, e sim de educação financeira.

Dia das Crianças: economia, educação e entretenimento

Esses dias li uma matéria, na Revista Galileu, com o título: a Geração Y economiza mais e tem menos dívidas do que a geração anterior na mesma idade. Essa afirmação foi feita após um estudo realizado nos Estados Unidos pelo banco Wells Fargo, que mostrou que a geração Y – formada por pessoas entre 18 e 31 anos – tem uma poupança, em média, 50% maior do que a que a geração X tinha na mesma faixa etária.

Motivação muito além do dinheiro

Um argumento que geralmente ouço nas empresas quando falo sobre motivação e educação financeira é que estar motivado é ter dinheiro no bolso. Ou ainda, quando se recebe um elogio, logo se escuta a famosa frase: “a minha parte eu quero em dinheiro”. De certa maneira, entendo e concordo, pois, se trabalhamos, devemos receber por isso de forma apropriada e também deve haver o reconhecimento financeiro. Todavia, esse entendimento deve ser melhor trabalhado.

Dieta financeira – é possível economizar na hora de comer fora

Você que, por motivos de trabalho, se alimenta fora de casa, já parou para pensar em qual o impacto que esses valores têm em seu orçamento? Pois bem, uma pesquisa recente do Datafolha, a pedido da Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalho (Assert) apontou que os brasileiros gastam, em média, R$ 27,36 por dia, apenas para almoçar fora de casa nas grandes cidades. Isso leva ao trabalhador ter que arcar com R$601,92 por mês para essa finalidade.

Independência Financeira: é possível?

Seria perfeito poder trabalhar naquilo que gosta e tem paixão, sem precisar depender de escolher uma profissão ou emprego pelo salário que ela trará de retorno. Assim é a vida de quem consegue se tornarindependente financeiramente.